Healthtech quer crescer 300% com tecnologia pioneira no uso de dados para a saúde

Aumentar a eficiência de processos na área da saúde é um desafio antigo no setor e quem percebeu essa necessidade como uma oportunidade foi a startup UpFlux, de Jaraguá do Sul.

Com uma solução pioneira no país, a empresa utiliza a mineração de processos para identificar problemas e oferecer soluções para clínicas, hospitais e operadoras de saúde.

A healthtech cresceu 250% no último ano, captou recursos junto aos fundos Alexia Ventures e Aggir e para este ano projeta crescimento de 300%. Atualmente são mais de 60 clientes em 16 estados brasileiros.

“A expectativa é que este ano o cenário das cirurgias eletivas volte a um patamar parecido com o que tínhamos antes da pandemia. Não só os hospitais precisarão fazer uma gestão eficiente dos processos para evitar problemas e reduzir custos, como os pacientes precisarão dessa agilidade para não perder tempo dentro do hospital”, pontua o CEO da startup, Alex Meincheim.

A solução ajuda a aumentar, por exemplo, a disponibilidade de leitos e reduzir o tempo de permanência do paciente no hospital.

A startup minera os processos para mapear, monitorar e melhorar os que sustentam a operação das organizações na área da saúde. A partir de informações extraídas do sistema da instituição atendida, os processos automaticamente descobertos baseados em dados são comparados com modelos previamente definidos, para identificar e diagnosticar ineficiências e problemas. Baseado no que acontece na prática, os insights obtidos são transformados em ações de correção de desvios e ineficiências.

“Muitas soluções tecnológicas apresentam indicadores que apontam os problemas existentes nos hospitais e clínicas, mas não mostram onde está a causa raiz desse problema e porque ele ocorre. Sem essa informação, é mais difícil saber onde exatamente o processo está falhando e, o mais importante, qual ação deve ser tomada para resolver esse problema”, explica o empreendedor.

Até hoje, a healthtech já ajudou instituições hospitalares a reduzirem, em média, mais de 2 mil diárias em um período de até 6 meses.

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