Especialista aponta erros frequentes que encarecem o seguro de vida

Em épocas de dinheiro curto, convém revisar suas apólices (ou ficar atento quando contratar pela primeira vez) por 2 motivos: primeiro, por conta do dinheiro que você perde ao pagar a mais indevidamente e, segundo, porque você pode não receber o que espera ao precisar acionar o seguro. Afinal, o que você deixa de receber também conta como perda.

Para ajudar nesta revisão em que atende clientes de todo o Brasil, o corretor de seguros Eduardo Lara, que também é mentor do curso Inteligência Financeira, do autor Gustavo Cerbasi, relata algumas situações que se repetem com algumas variações:

“A maior parte dos casos ocorrem nas contratações em bancos, mas não é só nestes locais que os problemas acontecem. Há clientes que recebem propostas para trocar aquele que eu ofereci por um outro, com coberturas mais baixas e mais caras, além de coberturas que o cliente não precisa, mas para os quais o atendente costuma chamar a atenção como se houvesse algum problema em o cliente já não tê-las na apólice atual”, relata o corretor.

Segundo ele, ainda em relação ao seguro de vida, há outras situações comuns. Uma delas é a cobertura apenas por morte, sendo que muitas vezes o cliente é solteiro, sem filhos, sem dependentes financeiros e, por isso, precisaria de cobertura para os casos em que ele mesmo tivesse que ficar afastado do trabalho, garantindo sua própria renda mesmo que não estivesse trabalhando.

Outro problema é quando até constam as coberturas que o cliente realmente precisaria, mas elas estão com um valor de indenização que não garante nenhuma tranquilidade. Neste caso, o especialista cita um exemplo:

“Se alguém tem uma despesa mensal de R$ 5.000, e a cobertura de invalidez é de R$ 20 mil, será possível viver apenas quatro meses com a indenização caso seja necessário acionar a cobertura. Então, seja para corrigir a situação ou para uma primeira contratação, ajudo o cliente a verificar os tipos de cobertura e os valores de indenização realmente necessários.” 

Já nos seguros de vida coletivos, de acordo com o corretor, é comum que se deixe de aproveitar uma cobertura que indeniza também a empresa no caso de sinistro com o colaborador, e que muitas vezes a empresa nem mesmo foi orientada sobre esta possibilidade. 

Lara também disponibilizou o vídeo deste link com 4 dicas para reduzir custos com Seguro de Vida. 

Foram citados casos envolvendo seguro de vida, mas há muita coisa a fazer também em relação a seguro residencial, planos de saúde e seguro saúde, seguro odontológico, seguro empresarial (compreensivo), seguro viagem, seguro auto, seguro de frota, seguro de responsabilidade civil (profissional, operações, produto, geral, D&O), entre outros.

“É importante lembrar que, como dito anteriormente, os problemas mencionados não ocorrem só ao contratar seu seguro no banco ou numa seguradora em especial. Por isso, o corretor de seguros (que fará a pesquisa em todas as melhores seguradoras), precisa ser escolhido com muito critério”, conclui Eduardo Lara.

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