Empresários de Florianópolis desenvolvem solução voltada para seguros cibernéticos

Em uma realidade cada vez mais digital, em que as empresas estão a todo tempo imergindo no universo virtual e proporcionando aos seus clientes serviços e produtos mais eficientes e interativos, a segurança cibernética tem sido um ponto crucial para permitir que esse ambiente continue em uma crescente e ofereça confiança para todos seus usuários.

Pensando nisso, os fundadores da Navarra Tech, de Florianópolis, acaba de lançar uma ferramenta gratuita de avaliação da segurança cibernética, focada na adequação das empresas para a obtenção de seguros cibernéticos.

A ideia é facilitar o processo de obtenção do seguro, mapeando os principais problemas e indicando o que fazer para solucioná-los.

“A Armada é uma ferramenta gratuita, que permite que a empresa interessada em um seguro preencha um formulário simples com perguntas-chave, descrevendo  sua segurança cibernética. No final do processo, ela recebe o feedback se está ou não apta. Caso não esteja, a empresa terá em mãos uma lista contendo os pontos que precisam ser endereçados na sua política de segurança cibernética, assim como uma lista de  empresas parceiras capazes de auxiliar a resolver esses pontos. A proposta que temos com esse avaliador é acelerar e facilitar o acesso e enquadramento de empresas para o seguro cibernético”, explicou o CEO da Navarra Tech, Daniel Barra.

A iniciativa surgiu a partir de um problema identificado logo no início da etapa de aquisição de seguros cibernéticos.

De acordo com o empreendedor, normalmente as empresas interessadas preenchem um formulário denso e extenso com perguntas que buscam entender o modelo de negócios, porte da empresa e seu nível de segurança.

“Por serem formulários extensos, eles acabam consumindo horas dos funcionários das empresas, dos assessores de segurança e dos corretores de seguro. Além do tempo demandado para o preenchimento dos formulários, no final do processo de cotação de uma empresa que não foi aprovada para obter o seguro, não existe um feedback sobre o motivo pelo qual ela foi recusada, quais pontos de segurança ela deveria endereçar para que pudesse se tornar elegível a um seguro. Esse procedimento de cotação torna todo o processo ineficiente tanto para as seguradoras quanto para as empresas proponentes”, comenta.

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