Startup de marketing conversacional capta R$ 3,5 milhões e quer internacionalizar solução

A Leadster, que desenvolveu uma plataforma de marketing conversacional, acaba de receber investimento seed no valor de R$ 3,5 milhões do GVAngels, Silver Angels e de outros advisors que participaram do follow on.

O valor será utilizado para educar o mercado sobre a importância do marketing conversacional, aumento da base de clientes em quatro vezes nos próximos 2 anos e expandir sua atuação para o exterior.

Fundada em Curitiba, no Paraná, por Gustavo Luby e Fabrício Toledo, a startup tem seus serviços utilizados por mais de 2 mil sites, gera 300 mil leads por mês e disponibiliza um conjunto de ferramentas para aumentar a geração de leads integrado com mais de 100 plataformas.

De acordo com Fabrício Toledo, a empresa vem para suprir uma necessidade do mercado: aumentar o volume de vendas conectando a empresa aos visitantes de seu site.

“Por meio do nosso chatbot de marketing, transformamos a péssima experiência de preencher um formulário em uma conversa humanizada com os visitantes do site, tornando o processo de conversão muito mais interativo, gerando um aumento de até 300% no volume de leads para as empresas. O foco da conversa é realizar a qualificação do lead através de um fluxo de perguntas, aumentando em até 50% as chances de fechamento”, explica.

De acordo com Gustavo Luby, durante o último ano eles veem uma mudança radical no cenário do marketing digital, com o aumento da concorrência online e evoluções em privacidade está cada vez mais difícil manter os mesmos resultados de geração de leads com o investimento em anúncios, todas as empresas estão sendo obrigadas a gastar mais. 

“O marketing conversacional é a principal tendência para geração de leads dos últimos anos, uma vez que permite às empresas criarem conversas personalizadas de acordo com o interesse dos seus visitantes e assim aumenta o resultado sobre cada centavo investido em suas campanhas. Essa metodologia já é amplamente utilizada em mercados mais maduros, como o americano e agora se torna essencial nesse momento que estamos vivendo no Brasil”, complementa.

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