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Porto Itapoá reforça capacidade operacional com novos equipamentos e tecnologias

Foto: divulgação

O Porto Itapoá deu mais um passo importante em sua estratégia de expansão e modernização. O terminal acaba de receber seu 8º portêiner, guindaste de grande porte utilizado na movimentação de contêineres entre o navio e o cais.

Com o novo equipamento, passa a integrar o seleto grupo dos três terminais portuários brasileiros com as maiores frotas de portêineres.

O equipamento chega para complementar a frota que já vem entregando resultados expressivos. Adquirido no ano passado, o 7º portêiner entrou em operação no ano passado e, logo no primeiro mês, registrou um aumento de 15% na produtividade das operações de navios. A expectativa é que o 8º portêiner amplie ainda mais esse desempenho.

A nova máquina traz ainda inovações tecnológicas. Entre elas, um sistema de leitura automática dos contêineres, capaz de agilizar processos, reduzir erros operacionais e elevar a segurança. Ele também se destaca pela lança de 70 metros, o que permite operar com maior alcance e eficiência, especialmente em navios de grande porte.

De acordo com o CEO do Porto Itapoá, Ricardo Arten, o investimento reforça o compromisso do Terminal com operações de alta performance e segurança:

“A expansão da nossa frota de portêineres é fundamental para garantir ainda mais produtividade, mas sempre com foco em segurança operacional. Estamos preparando o Porto Itapoá para atender navios cada vez maiores e fluxos mais complexos, sem abrir mão de proteger quem faz tudo acontecer”.

Além disso, também chegaram 6 novos RTGs, guindastes sobre pneus que realizam a movimentação de contêineres no pátio.

Os equipamentos seguem o modelo já adotado pelo espaço, operados por controle remoto. O terminal, inclusive, foi o primeiro da América do Sul a implementar RTGs remotos, somando atualmente 10 unidades desse tipo.

O CEO destaca que os investimentos fazem parte da Fase IV de expansão do terminal, projetada para elevar a capacidade e preparar o Porto Itapoá para as exigências dos próximos anos:

“Estamos evoluindo para um patamar ainda mais alto em tecnologia, automação e eficiência. Cada novo equipamento representa mais agilidade, mais segurança e mais competitividade para nossos clientes e para toda a cadeia logística”.

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