A Anagê Imóveis chega aos 38 anos em um momento que combina reconhecimento de marca e escala de operação. Em agosto, mês de aniversário da empresa, a imobiliária celebra também a conquista, pela quarta vez, do Top of Mind, levantamento que identifica as marcas mais lembradas pelos consumidores em Santa Catarina.
Para o fundador e CEO, Anagê Alves da Silva, os dois acontecimentos representam uma trajetória construída em paralelo à transformação de Joinville e do mercado imobiliário regional.
Fundada em 1988, se tornou a maior imobiliária de Joinville e ampliou sua atuação para cidades da região, alcançando também o Litoral Norte catarinense. Hoje, são mais de 7 mil imóveis sob gestão de locação e uma estrutura com mais de 230 profissionais, entre funcionários e corretores associados.
“Uma empresa não chega aos 38 anos apenas porque sobreviveu ao tempo. Ela precisa acompanhar as mudanças, entender o comportamento do consumidor e se reinventar sem perder o que há de mais relevante: a confiança das pessoas e do mercado”, afirma.
A evolução do negócio acompanha a transformação do próprio consumidor. A busca por imóveis passou a acontecer cada vez mais no ambiente digital, com maior oferta de informações e comparação de alternativas. No primeiro semestre de 2026, a plataforma da Anagê registrou mais de 2,1 milhões de pesquisas por imóveis. Esse cenário é reflexo de investimentos em tecnologia, marketing, inovação, processos e experiência do cliente.
A experiência também tem reflexo na continuidade da gestão. Anagê Alves da Silva divide a condução da empresa com os sócios e filhos Patrick e Rodrigo Manteuffel Alves da Silva.
“Ter o Patrick e o Rodrigo ao meu lado na gestão e em decisões estratégicas é muito importante porque demonstra que a Anagê Imóveis tem solidez não apenas no presente, mas também está preparada para o futuro”, destaca.
Nesse contexto, a quarta conquista ganha significado além do troféu. A lembrança espontânea de uma marca depois de 38 anos é consequência de uma presença construída ao longo de décadas, mas também da capacidade de permanecer relevante em um mercado que mudou profundamente.
“Nossa história é importante, mas ela só tem valor se continuar nos preparando para o futuro. É isso que queremos fazer: seguir evoluindo com o mercado, com a cidade e com as pessoas”, conclui o CEO.