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Empresas familiares enfrentam o desafio da sucessão

Vlada Karpovich/Pexels

Empresas familiares fazem parte da base econômica de Santa Catarina, mas atravessar gerações exige mais do que manter um negócio lucrativo. Sucessão, governança e profissionalização começam a ocupar espaço cada vez maior na agenda dos empresários.

O desafio aparece quando decisões, relacionamentos e conhecimento permanecem excessivamente concentrados no fundador. À medida que a empresa cresce, essa dependência pode dificultar a continuidade do negócio e a entrada de uma nova geração na gestão.

Dados citados em conteúdo publicado pelo Economia SC mostram que cerca de 30% das empresas familiares chegam à segunda geração e menos de 15% alcançam a terceira.

Planejar a sucessão, portanto, vai além de definir quem ocupará o principal cargo da empresa. O processo envolve estabelecer responsabilidades, desenvolver novas lideranças, organizar indicadores e criar estruturas de decisão capazes de funcionar independentemente de uma única pessoa.

Em um estado marcado por negócios familiares que se transformaram em grandes companhias, preparar a próxima geração também significa proteger o legado construído ao longo de décadas.

Leia também: O “teto invisível” das empresas familiares e por que ele surge na fase de sucessão

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