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Reforma Tributária entra em operação e transforma tecnologia em fator crítico para a continuidade das empresas

Foto: divulgação

Desde 1º de janeiro de 2026, a Reforma Tributária brasileira passou a operar na prática, marcando o início da maior transformação do sistema fiscal nas últimas décadas.

A implementação do novo modelo inaugura um período de convivência entre dois sistemas tributários até 2033 e impõe às empresas desafios imediatos relacionados a faturamento, fluxo de caixa, precificação e governança de dados.

Nesse contexto, a Áxe Tecnologia atua diretamente na operacionalização da reforma junto a seus clientes, assegurando adequação sistêmica, estabilidade na emissão de documentos fiscais e, assim, a continuidade das operações. Ainda em 2025, a empresa estruturou um comitê formado por equipes técnicas e fiscais que, desde então, acompanha todos os ajustes exigidos pela Receita Federal e pelos entes federativos.

“O desafio da reforma não é apenas compreender a legislação, mas operar sem interrupções em um ambiente digital novo e integrado. Sem tecnologia preparada, o faturamento simplesmente para”, alerta Everton Silva, diretor da Áxe Tecnologia.

Segundo ele, embora o prazo para fiscalização e aplicação de penalidades tenha sido estendido até abril, nas primeiras semanas de 2026 uma série de empresas realizavam ajustes emergenciais em seus sistemas para deixá-los 100% prontos.

“Graças à preparação prévia e à adequação antecipada, os clientes da Áxe Tecnologia atravessaram o início da fase operacional da reforma com eficiência, segurança e estabilidade no faturamento”, destaca.

Ele acrescenta que muitas empresas tentaram conduzir internamente as adaptações, mas buscaram apoio especializado ao perceber a dimensão estrutural das mudanças:

“Nesses casos, nosso time de especialistas atuou em caráter emergencial para garantir a rápida adequação dos sistemas e a continuidade das operações”.

Para Alexandre Borges, diretor da Áxe Tecnologia, a Reforma Tributária vai além do aspecto fiscal e redefine processos de negócio:

“O novo modelo exige precisão no cruzamento de dados fiscais e financeiros, rastreabilidade das operações e integração contínua com plataformas governamentais”.

Ele ressalta que, nesse cenário, ERPs atualizados como o SAP Business One, que participou de testes realizados pela Receita Federal e está adequado às novas regras, deixa de ser um apoio operacional e passa a ser um ativo estratégico.

“A reforma já é realidade. O diferencial competitivo está em quem consegue operar com segurança, garantir conformidade e transformar a complexidade tributária em eficiência operacional e inteligência de negócio”, conclui.

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