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Por que empresas catarinenses estão atraindo compradores estrangeiros

Empresas de Santa Catarina estão chamando a atenção de grupos internacionais interessados em acelerar a entrada no mercado brasileiro, incorporar tecnologia e acessar negócios especializados.

Um dos movimentos mais recentes foi a aquisição da catarinense BravOcean pela norueguesa CoreMarine. A empresa atua em serviços offshore e projetos submarinos em águas profundas e passa a integrar um grupo com presença internacional.

O movimento não é isolado. Em 2026, a Autoimpact, de Palhoça, foi adquirida pela multinacional argentina WEGA. No setor de tecnologia, empresas catarinenses também vêm protagonizando operações com grupos estrangeiros.

Por trás desse interesse estão fatores como conhecimento técnico, presença em mercados estratégicos, carteira de clientes, capacidade de escala e especialização.

Para grupos internacionais, adquirir uma companhia já estabelecida também pode representar uma forma mais rápida de acessar o mercado brasileiro do que construir uma operação do zero.

Para Santa Catarina, essas movimentações mostram que empresas desenvolvidas no estado estão cada vez mais inseridas no radar global de fusões e aquisições.

Leia também: Empresa catarinense de serviços offshore, BravOcean, é adquirida pela Norueguesa CoreMarine

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