SC bate recorde no comércio exterior em 2022

Santa Catarina bateu recorde no comércio exterior em 2022. No âmbito das exportações, o montante foi de US$ 12 bilhões, aumento de 16,2% comparado ao mesmo período do ano anterior. Já as importações registraram US$ 29 bilhões, incremento de 16,3% em relação ao ano anterior. Os dados são do Observatório FIESC, divulgada nesta quarta-feira, dia 18.

“O recorde de exportações é reflexo de uma combinação de fatores. Dentre eles, a valorização internacional dos nossos produtos, a diversificação de parceiros comerciais, a expansão das vendas de itens intensivos em tecnologia, com alto valor agregado e o nível de competitividade da indústria catarinense”, destacou o presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar.

O principal produto exportado no ano foi a carne de aves (US$ 1,9 bi), seguida pela carne suína (US$ 1,3 bi), motores elétricos (US$ 711,9 mi), soja (US$ 643,7 mi) e partes de motor (US$ 545,7 mi).

Em relação aos principais destinos, o Estados Unidos (US$ 2,1 bilhões) seguem como o maior consumidor dos produtos do estado, seguido pela China (US$ 1,6 bi), Argentina (US$ 820,1 mi) e Chile (US$ 605,1 mi).

IMPORTAÇÕES

Embora o estado tenha saldo negativo na balança comercial, devido ao elevado volume de compras internacionais, as importações são positivas para o estado.

Elas movimentam os portos e a economia do estado, por meio de ampla gama de serviços demandados, criando muitos empregos, além de gerarem impostos.

O cobre refinado (US$ 1,2 bi) foi o produto que mais de se destacou nas compras internacionais catarinenses, acompanhado pelos semicondutores (US$ 855,4 mi), fertilizantes nitrogenados (US$ 827,9 mi), revestimento de ferros laminados planos (US$ 745,9 mi) e polímeros de etileno (US$ 605,7 mi).

“Entre os principais parceiros comerciais do estado, a China segue ocupando a liderança, com montante de US$ 11,5 bilhões negociados em 2022, seguida pelo Chile (US$ 1,9 bi), Estados Unidos (US$ 1,8 bi), Argentina (US$ 1,8 bi) e Alemanha (US$ 1,1 bi)”, explicou a economista do Observatório FIESC, Camila Morais.

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