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Envolti amplia atuação em IA e anuncia Elder Gil Funk como Chief AI Officer

Foto: divulgação

A Envolti está ampliando sua atuação em Inteligência Artificial (IA) com a estruturação de uma capacidade dedicada a transformar IA em valor real para os negócios. Como parte desse movimento, a empresa anuncia a chegada de Elder Gil Funk como Chief AI Officer (CAIO), responsável por liderar a estratégia e a evolução dessa frente.

A iniciativa parte de uma visão clara: o desafio das empresas já não está apenas em experimentar Inteligência Artificial, mas em criar as condições para adotá-la, colocá-la em produção, medir seus resultados e sustentar sua evolução com segurança.

Por isso, a atuação da Envolti passa a integrar diferentes dimensões da jornada de IA, da identificação e priorização de casos de uso à construção das soluções, passando por governança, engenharia, gestão de riscos, qualidade, custos e observabilidade.

A estrutura contempla assessments, programas de adoção e governança, desenvolvimento de soluções, squads especializados, alocação de profissionais e modelos de operação e evolução contínua.

No centro dessa abordagem está o Framework Envolti IA, método próprio criado para organizar a adoção de Inteligência Artificial de forma proporcional ao risco e à maturidade de cada organização.

O framework estrutura processos relacionados à governança, homologação de tecnologias, inventário de soluções, qualidade e risco, FinOps e observabilidade, permitindo que políticas e critérios de controle façam parte do próprio fluxo de utilização e desenvolvimento da IA.

Mais do que adicionar controles, a proposta é criar as condições para que empresas avancem com mais velocidade, segurança e capacidade de gestão.

“Nossa visão é que IA precisa deixar de ser uma sequência de experimentos isolados para se transformar em uma capacidade real das organizações. Isso exige conectar estratégia, tecnologia, governança e operação desde o início, sempre olhando para o valor que está sendo gerado para o negócio”, afirma Sandro Schmitt, fundador e CEO da Envolti.

Liderança dedicada à estratégia de IA

Como Chief AI Officer, Elder Gil Funk terá como missão liderar a consolidação dessa capacidade dentro da Envolti, apoiando tanto a evolução das ofertas, métodos e ativos próprios quanto a atuação da empresa junto aos clientes.

Entre suas responsabilidades estarão o desenvolvimento da estratégia de IA, a evolução dos modelos de governança e entrega, a identificação de novas aplicações e tecnologias e a construção de caminhos que permitam transformar iniciativas de Inteligência Artificial em soluções confiáveis, escaláveis e integradas à operação das empresas.

Formado em Sistemas de Informação pela UDESC e com MBA em Engenharia de Software com IA pela FullCycle, Elder reúne experiência em tecnologia, engenharia e transformação de negócios. Ao longo de seis anos na Ambev Tech, participou da liderança de projetos de grande escala, entre eles o Aurora, um dos maiores rollouts de SAP da América Latina, além de ter passagem pela Caju. Também é fundador da Power Gate AI e do Better With a Book.

Para ele, a adoção de Inteligência Artificial exige uma discussão que vai além da tecnologia e passa também pela capacidade das organizações de pensar, decidir e se adaptar:

“IA é amplificador: potencializa o que a empresa já faz bem, e também as suas limitações. Por isso, antes de ferramenta, o que muda o jogo é pensamento crítico e capacidade de adaptação do time. Na Envolti, meu papel é converter isso em resultado real no dia a dia e levar ao mercado o nosso framework de governança de IA, pensado para acelerar a adoção com risco sob controle. No fim, IA não substitui saber pensar, ela exige mais disso”.

Da experimentação à capacidade empresarial

A Envolti entende que a próxima etapa da adoção de Inteligência Artificial será marcada pela capacidade das organizações de integrar IA aos seus processos, sistemas e decisões sem perder controle sobre segurança, qualidade, riscos e custos.

Isso significa avançar de iniciativas pontuais para uma capacidade estruturada, capaz de conectar oportunidades de negócio, tecnologia, critérios de governança e acompanhamento contínuo dos resultados gerados.

Por isso, a empresa está estruturando sua atuação para acompanhar diferentes estágios dessa jornada: desde organizações que ainda precisam identificar oportunidades, avaliar maturidade e definir prioridades até empresas que já possuem diversas iniciativas em andamento e precisam estabelecer mecanismos para governar, operar e escalar suas soluções.

A proposta é permitir que cada organização avance no ritmo adequado à sua maturidade, utilizando governança como mecanismo de aceleração, e não como barreira à inovação.

Nesse modelo, a IA deixa de ser tratada apenas como uma tecnologia ou um conjunto de projetos e passa a fazer parte da capacidade operacional da empresa, com critérios claros para decidir onde investir, como desenvolver, quais riscos controlar e como acompanhar o valor gerado.

Para a Envolti, o futuro da IA nas empresas não será definido pela quantidade de pilotos realizados, mas pela capacidade de transformar IA em uma competência sustentável do negócio.

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