Em sua segunda edição, o Índice de Favorabilidade para o Turismo (IFT-GKS), aponta quais capitais brasileiras apresentam a melhor combinação de condições sociais, econômicas, turísticas e de sustentabilidade para o desenvolvimento de negócios no setor de turismo.
Florianópolis lidera o ranking nacional da segunda edição com 73 pontos de 100 possíveis. Em seguida, aparecem Vitória e Curitiba, que registraram avanços expressivos em relação à edição anterior. São Paulo e Brasília completam o top 5, com desempenhos consistentes e pontuações acima de 69 pontos.
Para Mariana Aldrigui, pesquisadora da Universidade de São Paulo e integrante do conselho técnico do IFT-GKS, o Brasil precisa rapidamente atualizar seu conceito de interesse turístico, oferecendo informações importantes para potenciais investidores que estejam comprometidos com a melhoria dos destinos em todos os seus aspectos, e não somente na identificação de uma paisagem paradisíaca.
“É fundamental que os gestores públicos consigam advogar por melhoria na qualidade de vida da população local”.
O IFT-GKS considerou onze variáveis que foram agrupadas em quatro dimensões: social, econômica, de sustentabilidade e de infraestrutura de turismo. A dimensão Social considerou elementos de violência, acesso à saúde, acesso a esgoto e nível educacional da população. Já a dimensão Econômica verificou a relação de beneficiários do Bolsa Família com estoque de empregos, renda média e densidade de acesso à banda larga.
Para a Sustentabilidade, foram incluídos dados sobre a vulnerabilidade climática de cada capital e o volume relativo de parques e praças em áreas urbanas. Por último, a dimensão Turismo analisou a disponibilidade de leitos em meios de hospedagem e tarifa média para chegar ao destino (Veja a Tabela 3 de dimensão e indicadores). Para fins de cálculo do ranking, a dimensão Turismo recebeu peso 75% maior que as demais dimensões.
O ranking será atualizado semestralmente com objetivo de manter o mercado atento às oportunidades no turismo.
“Empresários e governantes podem encontrar, em projetos de turismo, uma ótima opção de investimento, e nossa intenção é poder subsidiar tais decisões com dados bem fundamentados e confiáveis”, complementa Cassio Garkalns, CEO da GKS.