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Side evento do Startup Summit marca lançamento de novo software financeiro focado em empresas tech

Foto: divulgação

Florianópolis recebe na próxima semana o Startup Summit, que reúne mais de 200 palestrantes e mais de 10 mil participantes, entre os dias 26 e 28 de agosto no CentroSul.

Dentro da programação da Startup Summit Week, entre os dias 19 e 29 de agosto, a capital recebeu na segunda-feira, dia 24, o Sunset e Valuation: Papo de Bar, promovido pela FinHasse.

Batizado de “papo de bar” não por acaso, o evento fugiu do formato engessado de painel corporativo. 

Entre o pôr do sol e uma mesa de bar, passaram pela roda de conversa Luma Jung, head jurídica da Silva Schütz Advogados e coordenadora do grupo Mulheres ACATE, Diogo Garcia, co-fundador da Confraria do Empreendedor, Diogo Quintino, diretor vice-presidente do CIASC, José Augusto Albino, sócio-fundador da Primus Ventures, gestora que já investiu em Asaas e Exact Sales, e Daniel Martins, fundador e CEO da HorusBI.

Foi nesse cenário, sem palco, sem crachá, com copo na mão, que anuciamos o que vinha sendo construído nos bastidores havia meses: o lançamento oficial do HasseCore, o novo software financeiro que vai conectar, numa mesma plataforma, as dores de quem funda e de quem investe em tecnologia.

O que é o HasseCore

O HasseCore é o software financeiro da FinHasse, fintech catarinense que une CFO as a Service e tecnologia, com foco em transformar dado financeiro bruto em inteligência de decisão. 

Na prática, é uma plataforma bank-grade, multi-tenant, pensada para empresas de tecnologia que cresceram rápido demais para gestão em planilha, mas ainda não têm porte para montar uma controladoria interna do zero.

O produto é assinado por mim e Carlos Hasse (CTO). Eu trago o problema vivido na pele. São mais de 10 anos de mercado de tecnologia, boa parte deles à frente do financeiro de empresas do setor, tempo suficiente para passar por vários dos principais ERPs do mercado brasileiro e, ainda assim, fechar o mês recorrendo ao Excel para dar conta do que nenhum deles resolvia sozinho.

E Carlos, que conta com uma trajetória de desenvolvedor que soma experiências em big techs e bancos, no mercado brasileiro, assume a missão de construir cada módulo já na era da inteligência artificial, capaz de executar o trabalho sozinho em vez de esperar que alguém preencha uma tela.

Foi desse encontro, entre quem sentiu a dor e quem constrói a solução técnica, que nasceu a lógica por trás do produto: em vez de mais uma ferramenta que exige que o usuário opere cada tela manualmente, um sistema que executa o trabalho financeiro por conta própria e deixa para quem gerencia a empresa, apenas a decisão final.

A promessa por trás do lançamento é direta: resolver a dor financeira de ponta a ponta do mercado de SaaS, sem depender de planilha paralela nem precisar logar em mais de um sistema para fechar o mês, unificando dentro da própria plataforma até o BI que hoje costuma ficar em uma ferramenta à parte.

Os módulos que já estão no ar

Hoje, a plataforma já roda com:

  • DRE dinâmico, que lê o resultado sem depender de fechamento manual;
  • BVA (Budget vs. Actual), cruzando o que foi orçado com o que de fato aconteceu no caixa;
  • Fluxo de Caixa Gerencial, com visão de liquidez em tempo real;
  • Lançamentos centralizados, unificando receita, despesa e conciliação num só lugar;
  • Plano de Contas estruturado;
  • Gestão de Colaboradores, ligando headcount a custo real;
  • Integrador com sistemas externos, puxando dado direto do banco em vez de reconciliar linha por linha;
  • Módulo de Relacionamento com Investidores, que centraliza a gestão de cap table e a comunicação periódica de resultados com os sócios;
  • e um assistente de inteligência artificial embutido na plataforma.

A próxima frente já está em construção: um BI integrado, para trazer para dentro do próprio HasseCore a análise que normalmente exigiria outra ferramenta, unificando a inteligência de dados num único ambiente.

O diferencial não está em nenhum módulo isolado, mas na combinação de dois pontos que raramente aparecem juntos em software financeiro: arquitetura multi-tenant de verdade, pensada para quem administra a saúde financeira de mais de uma empresa ao mesmo tempo, caso de fundos, holdings e do próprio modelo de CFO as a Service, e governança e gestão de equity tratadas como parte central do produto, não como planilha paralela chapada por cima depois. É o mesmo motor que a FinHasse já usa para operar sua própria carteira de empresas: o produto nasceu de dentro da própria operação, não de um brainstorm de mercado.

É justamente essa conexão entre a prática de mercado e a construção de soluções que queremos cultivar. Por isso, embora o “Sunset e Valuation” tenha apenas esta edição inaugural no currículo, o sucesso do lançamento confirmou que o formato veio para ficar. Já temos data para o retorno em 2027, com a promessa de uma edição ainda maior, consolidando o encontro como um espaço definitivo para o debate sobre valuation e inovação no ecossistema.

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fundadora da FinHasse e mentora de inovação, com 10 anos de experiência em finanças para tecnologia e passagens que vão de startups a bigtechs.

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